Vagina
Vagina uma viagem além de virgens mares Além dos altares Vagina lugar sem pecado Altar de sexo Vagina caminho sem volta Uma grande saída Vagina desejo a todo instante Olhar-te Te tocar Vagina Segredos inconfessáveis Vagina Certeza de sonhos realizados Vagina Realidade nua nas ruas Vagina Caminho sem volta Vagina Vagina Vagina vaaaa giiiii naaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaa aaaaaaaa aaaaaaa aaaaaa aaaa aaa aa a
Joca Faria
Escrito por JOCA às 15h48
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| Carlos Drummond de Andrade |
Integração na cama ou já no cosmo? Onde termina o quarto e chega aos astros? Que força em nossos flancos nos transporta a essa extrema região, etérea, eterna? Ao delicioso toque do clitóris, já tudo se transforma, num relâmpago. Em pequenino ponto desse corpo, a fonte, o fogo, o mel se concentraram. (...) Quantas vezes morremos um no outro, no úmido subterrâneo da vagina, nessa morte mais suave do que o sono: a pausa dos sentidos, satisfeita. Então a paz se instaura. A paz dos deuses, estendidos na cama, qual estátuas vestidas de suor, agradecendo o que a um deus acrescenta o amor terrestre.
Carlos Drummond de Andrade In: O Amor Natural, 1992. |
Escrito por JOCA às 15h47
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O grito
Quadro de Edvard Munchi
Poema de Joca Faria
Eu desesperadamente gritei Eu desesperadamente gritei Estava caminhando Cheguei a uma ponte E gritei gritei gritei Em desespero o céu em cores Eu gritei gritei chorei Amarga mente sua ausência Mulher por ti gritei Mulher por ti gritei gritei Dei um grito Que se faz ouvir na eternidade Por ti eu grito E canto Sem você estou só Não suporto esta solidão Eu grito Por você Rita
Joca Faria
Escrito por JOCA às 16h14
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Viver ---joca faria - - -
Sentir a natureza o mundo em nossa volta, vivemos. Longe de tudo atarefados com nossas funções, a vida passa e passa rápido demais. Precisamos chegar a algum lugar, mas que lugar e este sucesso o que e sucesso, prazeres e obrigações. Precisamos aprender a viver plena-mente o que desejarmos sem nenhuma amarra.
viver viver viver
Sem limite ou com o limite o que e o limite, Talvez seje não prejudicar o próximo.
Viver sentir viver
Chorar, amar, brigar... O que somos seremos além do homem... Somos mascarados, atores sociais. Onde esta nossa essência. Que essência. Não sei vivemos perdidos Em nossos mistérios em nossos
Adultérios. Pois traímos a nos mesmos. Deixamos de ser a gente mesmo. persona personagem... Adúlteros de nos mesmos. Perdidos em nossos pântanos mentais em um Lodo numa caixa preta...
Deixamos de sermos anjos a muito a muito a Muito tempo. Somos demônios de nos mesmos. Quem sabe ser e. NUNCA deixa de ser. xxx xxx xxx xxx xxx xxx xxx xxx xxx xxx ............................................ ....
ANJOS TORNEM se ANJOS NOVAMENTE ANJOS TORNEM se ANJOS NOVAMENTE
....João Carlos faria...
Escrito por JOCA às 11h22
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A festa democrática
As eleições chegam ao final, quem sobreviverá a três de outubro de agora ate o final do horário político terão. Muitos ataques, os eleitores que talvez sobreviverão. São os senhores que tem o poder para escolher o capitão do time de futebol, me desculpem o senhor Candidato a prefeito e que a eleição hoje em dia Mais parece um corithians e São Paulo ou no Rio um Fla x flu. Quais as reais diferenças de nossos postulantes com Exceção do PSTU que segue a atrasada cartilha do senhor Trotsky um líder russo importante em sua época que Acabou morto por Estalem no México. Nosso Pais hoje conta na verdade com dois grandes partidos o PT eo PSDB. Que na verdade seguem uma linha social democrata Lula Em termos de economia mantém o governo FHC, pois Henrique Meireles nosso ministro foi eleito deputado Federal pelo PSDB. E ai senhor eleitor pergunto qual a real diferença nestes partidos. Tem-se algo real São grupos que disputam o poder político e mais nada. Nossa sociedade tem que sair da democracia eleitoral e aperfeiçoar a democracia participativa, mas por Favor sem assenbleismo que estamos com a paciência Esgotada com demagogias. Votar e um direito estamos vivendo a festa da democracia conquistada arduamente por nossos antepassados, tenhamos fé em nos mesmos afinal somos Brasileiros.
João Carlos Faria Poeta
Escrito por JOCA às 10h22
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Escrito por JOCA às 15h27
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Via Dutra
Quando ando pela Via Dutra em alta velocidade, me arrepia o cabelo. Sei que não devo correr. Um dia desses fui com um amigo entregar um currículo e vi o quanto é besta correr, virar pedestre e se arriscar em travessias. Precisávamos entregar um currículo numa empresa do outro lado da cidade. Foi uma grande aventura. Corríamos risco de morte, aquelas carretas velozes, carros em zigue-zague, plena manhã de setembro... Atravessamos a duras penas, chegamos e entregamos o famigerado currículo, na esperança vã de um emprego com carteira assinada. Afinal, estão é assassinando as carteiras profissionais. Há poucos empregos no mercado formal e a total falta de visão do nosso Congresso em criar uma nova lei trabalhista. Mas deixo isso para outro dia. O mais importante foi o que vimos depois. Estávamos voltando e vimos uma pequena estrada de terra. Sei que devo estar atarefado com a campanha eleitoral, mas nossa curiosidade falou mais alto e seguimos aquela estrada de terra. Surgia ali uma conversa sobre fazer filmes... Aquela paisagem como uma praia, era uma bela visão que não lembrava em nada a urbana São José Dos Campos. E nesse caminho, meu amigo de repente avistou sete gaviões. Dos quais seis, ele identificou como Carcarás e o outro não deu para identificar. Percebemos então que em plena cidade, ao lado da Via Dutra estavam lá os gaviões num dos poucos habitats naturais de sua espécie (o que ainda resta de seu habitat). Ao vermos a bela lagoa, ficamos extasiados, até mesmo empolgados com tanta vida. Voltamos. Contamos as pessoas, mas a vida cotidiana não proporciona a ninguém ver gaviões ao lado da Via Dutra. Sabemos que há a especulação imobiliária e a possibilidade de mais um conjunto residencial, e assim vamos perdendo nossos gaviões, como também as nossas raízes. Será que ainda temos raízes? Onde fica a casa do caipira cantada em poesia por Zé Mira? Isso não sei. Quem pode saber? Hoje, o que vale em nossa sociedade é só o dinheiro, o capital. Quem sabe um dia voltaremos a ser crianças.... Fico com Cassiano Ricardo:... "O mundo poderá ser salvo, se desfazer a distância que nos mantêm longe da infância"
João Carlos Faria poeta
Escrito por JOCA às 10h24
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Celebrar e viver, estar presente. Crentes no homem somos todos. Viva Baco , Um viva as Deusas. Celebremos pelos parques. Pelas praças. Pelas ruas. Celebrar e estar vivo.
Que todos cantem a poesia. Declamem musicas. O teatro A dança. O canto. Amigos devem estar presentes. Celebrar a vida. Renascesmo a todo instante. Somos homens,somos Deuses. Também demônios,vampiros. Estamos caindo e levantando. Primavera,verão. Outono,inverno. Calem se os demônios da inveja, Matemos os egos da intriga. Façamos renascer a paz. Se estabeleça novamente a harmonia. Somos anjos e demônios. Qual dos dois prevalecera. Que se instaure de novo.O novo. Celebremos ao renascimento da poesia. Ela esta ai. Viva , liberta. Sensual.Celebremos o sexo. Celebremos o amor. Viva , viva , viva A poesia de cada dia. De nos hoje mais uma vez. Comemos todos o pão da palavra. Celebremos todos o renascer da poesia. Que os Deuses nos abençoe e nos una. Numa grande festa pela poesia.
Joca Faria
Escrito por JOCA às 16h24
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Democracia na mídia
Taubaté esta dando um passo a frente com sua TV Câmara nosso pais esta no hora de começar a debater a democratização da concessão de canais de TV ,tecnologicamente esta se barateando os custos de produção falta agora uma lei que de mais autonomia e facilite a concessão de canais de TV,isto e essencial para o aprofundamento da democracia brasileira. Recentemente o governo federal criou o canal governamental para transmissão via parabólica. O governo do Presidente Lula por ser um governo que propõe grandes transformações sociais ao pais tem por obrigação abrir o debate para a democratização das concessões de radio e TV. No Vale do Paraíba tem se o excelente trabalho da TV setorial em Pindamanhagaba,da TV Univap em São José Dos Campos, que tem um grande aparato técnico digno de grandes emissoras falta lhes uma concessão governamental. Quantos jornalistas desempregados podem trabalhar nestes projetos de rádios e TV. Também esta se atrasando a decisão da TV digital no pais nossos deputados federais da região poderiam atuar mais neste sentido e agilizar estas proposta. Precisamos de uma lei que tire da classe política o poder de outorga destes canais e agilize a concessão a sindicatos,entidades de classe e Ongs. Que sabem realizar muito bem seu papel social e colocar as agendas prioritárias ao pais. Democracia e ter direito de se expressar cultural mente e socialmente,tendo voz e vez.
João Carlos Faria Escritor
Escrito por JOCA às 16h14
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A Cidade
A Cidade se esvazia na noite corremos risco, a um pecado em cada esquina, a menina foge só. Caminha pela avenida vazia a um silencio, portões fechados. Ela em desespero, corre corre corre. Foge de si mesma. Carros passam buzinam e ela continua a correr. Tem medo, sente a dor da perda. Sente se perder. Na beira de um abismo. Corre desesperada em busca do nada. Sempre a beira de um abismo. Ela prefere um sonho a vida. A menina corre em seu desespero nua pelas avenidas Da cidade corre corre. Começa a amanhecer, corre a cidade estranhamente vazia. Não vê ninguém derrepente percebe se numa estrada E a brisa do mar do alto da serra vê o mar para Sente frio vê se nua. E ninguém a socorre lá Grita bem alto seu nome Clarisse. Não sabe onde esta vê pássaros eo Sol a surgir. Intuitivamente começa a descer procura pessoas mais Não as vê. Lembra se de seu passado já não sabe se esta viva ou Morta vê se nua sente se livre. Desce a serra em baixo o mar numa altura de uns duzentos metros sobe numa pedra repete seu nome aos ventos Clarice Clarice Clarice. Percebe uma praia ao longe. Olha e da o solto em direção ao mar. Sente se cair lentamente como uma pluma. Chega a água mergulha fundo como nunca sente se Parte do mar. Da água da natureza.Nada nada nada. Chega a praia o Sol bem alto sente fome encontra Uma fruta e come. Lembra se de seus desejos mais secretos. Lembra se dos amigos. Chora chora. Finalmente livre. Liberta de tudo. Desperta se. Na manha seguinte acorda deste sono. Mas intima mente sabe que já não mais e A mesma. Clarisse livre finalmente livre.
Joca Faria
Escrito por JOCA às 16h13
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O Parque
São José encanta se no Parque quinta feira a tarde, chove dentro da casa uma exposição fora da residência uma chuva que chuva. O parque e sua paisagem repleta de chuva saio da casa sinto o cheiro da terra molhada . Vejo o lago pego uma trilha caminho perdido em meus sonhos e pesadelos.sinto o cheiro de mato sinto o que e liberdade por alguns instantes. Vontade de me jogar naquele lago mais o bom senso de nossa civilização ocidental me impede. Saio do Parque pego a estrada de Terra em direção ao Rio PARAÍBA logo vejo os dois gigantes os grandes cilos que como discípulos de Dom Quixote chamamos um dia de portais. Lembrei me dos poetas e seus devaneios continuei a caminhar em busca de uma irmandade perdida e distante na memória afetiva. Cheguei ao Rio e o vi belo mesmo que do lado se vê um esgoto a céu aberto sendo despejado inatura. Sonho um dia em andar de barco por esse grande Rio que um dia passei por onde ele desagua de caminhao aqui poucos sabem que la onde ele desagua faz se uma pororoca , quando se vai a Bahia corta se uma estrada que nosso Paraíba segue ,quando nadaremos de novo nesce Rio não sei. Mas ele esta ai ainda resistente e vivo ate quando não sei. Volta a cidade ,a rua xv de noite e seus perigos escondidos pego um ônibus. Foi se mais um dia .
Joca Faria
Escrito por JOCA às 16h12
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eeeeee
yyyyy ddddd'llllldldldldldldldldldldldldldldld
Joca Faria
Escrito por JOCA às 16h09
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A primeira vez de um Homem
E coisa de franguinha falar da primeira vez mas vamos la.foi na cidade onde nasci tinha 16 anos era uma cidade do sul de Minas. Foi assim era casamento de um tio meu , cara ele meu deu o equivalente a uns cem reais. Ai desci no Buiee a zona da cidade era uma rua inteira la pelos anos oitenta no inicio da aids minha geraçao ficou sem amor livre fazer o que ne. Desci la visitei todas as casas de luz vermelha era eu de menor e estava sozinho ai gostei de uma la ela disfarçou e fomos para o quarto que coisa eu estava tremendo feito vara verde. Finalmente uma mulher em carne e osso se despendo so para mim , logo estava de pau duro. Ela veio devagar me acariciou me beijou. Eu ousadamente a beijei na boca. Pus a camisinha ela era uma linda muluta de uns vinte e sete anos. Entrei dentro dele de uma forma sem igual e desejeitadamente me movimentava ela me explicando finalmente gozei,queria ficar a noite toda nao deichou. Foi muito bom ,foi enbora era inverno e no outro dia ia a um casamento. Assim foi meu inicio espero que o fim seje mais romantico.
Joca Faria
arautosurbanos@yahoogrupos.com.br
Escrito por JOCA às 15h36
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Escrito por JOCA às 19h26
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Escrito por JOCA às 19h02
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Até!
Marllene!
Escrito por JOCA às 11h54
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Arautos Urbanos Arautos Urbanos
arautosurbanos@yahoogrupos.com.br
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ARAUTOS URBANOS ARUTOS URBANOS
ARAUTOS URBANOS ARAUTOS URBANOS
Escrito por JOCA às 11h50
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Vontade
Nos perdemos no meio desta lama desta ausência de sonhos, não há mais utopia. Desejos e insônias, corpos e mais corpos carbonizados. Depois da queda do avião, um submarino afunda com dezenas de tripulantes, numa ilha do caribe centenas. De casais transam num navio. Olho procuro e nada vejo além da busca incessante de Realizar alguma coisa um desejo torpe e insensato De ser o que não se é. Grupos de pessoas desesperadas em busca do nada. Tudo se distancia e se distrai... Seres alados voam em minha direção sinto horror Diante destes cavaleiros negros... Mulheres caminham nuas na rua, homens caem ao chão. Após a explosão da bomba... Morrer e uma questão de tempo, balas perdidas vêem. Aos nossos olhos estraçalhando nossa visão, morrer. E uma simples questão de tempo. Nos sufocamos nas madrugadas frias em busca de um Corpo que nos aqueça uma camisinha uma transa, e nunca Mais vemos esta pessoa. Tudo tem um preço, um desejo se paga caro na noite. Gelada de inverno. Ela beijou-me loucamente e falou seu preço. E eu que estava pensando que estava fazendo uma conquista. Noites de insônias, terminadas em uma infinita masturbação. As mesmas fantasias todas as noites, que nunca são realizadas. Vivemos o agora foda se o futuro. E a cada dia morremos mais, estamos caminhando para o cemitério queria que pelo menos nossos órgãos fossem doados. Mas não. Nada acontece como queremos, onde esta Deus neste exato momento estamos realmente sós. Não acredito em nenhuma religião em nada. Só em mim mesmo com todas as minhas duvidas. Só queria um corpo quente ao meu lado à noite e Mais nada. Mas nada acontece ... Tudo e maya ... Tudo e maya... Mas um dia quero lhe encontrar... E fazer amor.... Pois só o sexo salva o homem... Tenho tantras chances infinitas chances...quanto Teu colar de 107 contas... Salte comigo, estamos diante de um abismo... Esta noite ela sonhou com os quatros, mas foi um sonho. Talvez nunca mais se encontrem, mas talvez dancem Cirandas nos céus de outono ou nos infernos a Empilharem os cadáveres... O que mais importa e que hoje temos tantas chances, Quanto ontem. E que para o bem ou para o mal podemos De novo estar juntos, nas madrugadas de domingo para segunda e só uma questão de vontade.
Joca Faria
Escrito por JOCA às 15h20
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Passagem
Estou caminhando derrepente percebo me no inferno Demônios me perseguem, mas não dou nenhuma atenção. Não tenho medo, derrepente me atacam mostro a chave. Que esta comigo e fogem. Não tenho medo. Continuo a caminhar caminho pela Andrômeda, estou no. Satélite. Chego a uma praça e sento. cansado estou de tanto andar Vivendo correndo, paro e percebo o vento o frio. Crianças brincam, casais namoram. Anjos passam por mim e nem consigo perceber. Meu egoísmo e tão grande que não vejo o mundo a minha Volta. Respiro o ar do Satélite e volto a caminhar pela Andrômeda derrepente vejo um belo Bosque ao lado Da avenida entro lembro me de estórias de amor que Ocorreram ali e uma carta em um livro. Lembro me dela nos dois naquela cachoeira. Meu celular toca e num gesto rápido jogo o na Lata de lixo.Respiro de novo o ar daquele bosque Vejo crianças brincando ainda não sou pai. Sinto falta volto a caminhar tranqüilamente. Derrepente chego ao escritório lotado de serviço olho Para todos meus colegas sorrio e entrego minha carteira, minha vontade era rasga-la, mas não devo ser. Tão cruel assim. Vou para casa tomo um banho, como alguma coisa. Faço uma mala, pego um ônibus que me leva ao. Bairro do Souza em Monteiro lobato ali me sinto Em casa em baixo da cachoeira vejo gnomos, fadas! Anjos, os demônios deixei na cidade.
Joca Faria
Escrito por JOCA às 15h19
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Inclusão Digital
E urgente uma política municipal de inclusão digital Nos bairros de São José Dos Campos sabe se que o município esta implantando fibras óticas em todas as Repartições precisam se criar uma instalação de info centros nas Casas De Cultura, nos Centros Comunitários. E Unidades Básicas de Saúde. Em muitas cidades do Pais estão sendo criados centros Populares de internet com o uso de software livres. São José não pode ficar atrás neste processo ,nossas Comunidades carentes nem sempre conseguem ir as regiões centrais da cidade para ter acesso à internet. Não podemos aceitar a existência de analfabetos digitais, pois causa aumento de desempregados e por Conseqüência violência na cidade. Somos uma cidade que se orgulha por ter um Centro Técnico Aeroespacial,o ITA ,a Embraer ,Avibras e não Temos uma política de vanguarda no acesso da população A revolução digital. Garantir este direito à comunidade e um dever de nossos homens públicos ,a mão de obra no mundo hoje E qualificada não tendo mais espaço para o quebra galho e o jeitinho.Ou preparamos bem nossa população Ou ela continuara sofrendo os efeitos da exclusão econômica que colabora para o deterioramento de Nossa sociedade atual.
João Carlos Faria poeta
Escrito por JOCA às 15h18
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Gari
Ela me tira do serio não consigo mais ficar sem vela Todo dia nos vemos no mesmo horário num ponto de ônibus, ela de manha banho tomado, indo para a faculdade eu um gari apaixonado. Que distancia, que loucura minha faço questão de passar por aquele caminho para vela dias deste ela. Dirigiu se a mim, perguntou me as horas. Prontamente respondi o ônibus chegou, chovia muito passou, Um carro levei o maior banho. Num outro dia eu varria a praça.Tranqüilamente numa Manha de Sol e ela passou usando uma saia vermelha Mostrando suas lindas pernas, mal conseguia disfarçar meus olhares. Ela acenou para mim me cumprimentou finalmente.me Chamou e medeu o palito do sorvete que chupava E falou me do belo Sol. Os meses passaram continuava a vela de manha, num dia. Deste me cumprimentou novamente, perguntou meu nome. E prontamente respondi. Disse que sempre me via. Num outro dia na mesma praça ela passou e ai conversamos por cinco minutos. Logo ela saiu dai em diante sempre nos conversávamos E assim foi indo. Logo me chamou para ir ao parque com ela no final de Semana porque sabia que eu não tinha dinheiro para Gastar. E assim íamos ao parque sempre. Quando numa tarde destas no parque deu me um beijo Forte e declarou se apaixonada por mim. Desde o primeiro dia, que me viu. Mas agora pode declarar, hoje estamos casados. A mais de cinco anos sem nenhum filho, pois voltei a estudar com seu apoio e ingresso no ano que vem para a faculdade. Somos felizes temos nossas dificuldades financeiras Ela e formada e eu continuo um gari. Mas estamos muitos bem juntos para sempre. eu não sei pois não sabemos o que e o sempre.
Joca Faria
Escrito por JOCA às 15h17
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