Ensejo
Joca Faria
Correr diante de tudo ,porque nos desesperamos diante deste mundo porque nos desgastamos
a toda hora.Porque não fazemos tudo de uma maneira mais tranqüila mais calma vamos refletir
diante da estrela que surge na tarde azul.
Vamos ouvir o barulho da chuva na silenciosa madrugada ,Viver a cada momento a vida não
e feita de fins de semana e o dia a dia em casa na escola no emprego não podemos mais
tratar o próximo como concorrente temos que lembrar que todos nos compomos a humanidade.
Somos uma só família falamos varias línguas em breve haverá uma só linguagem teremos
um tradutor e ai poderemos curtir as diferenças que belas diferenças culturais e o mundo
será um só.
Quando inventarão o esperanto não sonhavam com o computador e a revolução digital
hoje no Brasil dez por cento da população já tem internet em casa e boa parte já acessa
em locais como escola ,trabalho e centros populares.
Em breve o computador será tão acessível quanto a televisão e todos estaremos ligados
em rede então a solidariedade se fará presente em todos lares.
Nossa humanidade tem uma grande chance de criar um progresso com equilíbrio
econômico ,ecológico e social.
Vamos dar as mãos ,vamos dar e todos juntos cantar a paz e o amor entre os povos.
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 10h01
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Deserto
Joca Faria
Iria longe procurar Maria ?
Pra onde foi Maria ?
Em que deserto perambula Maria ,
não há vejo a milênios.
Quem e Maria hoje ?
Não sei por onde ela anda,
Durmo na tarde vagabunda ,
Em meus sonhos procurando Maria .
Sem Maria só solidão ,levanto pego
o telefone e ligo para alguém ,perguntando
por Maria.
Que Maria difícil de se encontrar.
Por onde anda esta tal Maria ?
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 09h52
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Mulher
Joca Faria
Costumo brincar com um amigo que se realmente houver reencarnação
quero nascer mulher na próxima , ai ele me diz se eu gostaria de mestruar
uma vez por mês.Ser chata naqueles dias mas eu digo seria livre para
exercer minha criatividade no jeito de se vestir não precisaria desta monotonia de vestir uma calca e uma camisa e pronto e as vezes nem
pentear o cabelo , se tivesse grana eu seria metrasexual como nada
tenho me arranjo por ai.
Dias destes em uma performance num teatro vesti um paletó e uma saia
o publico aplaudiu ,agora estou criando a necessária coragem para sair
um dia qualquer vestindo uma saia escocesa que mandei fazer para
uma performance no Domingão do Faustão mas não acabei me escrevendo.
Agora espero a hora certa se e que se tem hora certa para alguma ousadia .
O sistema não e uma instituição o sistemas são nossos hábitos e convenções sociais.
As vezes temos que desafiar nossos próprios conceitos enfrentar
nossos próprios demônios ,quando vou a uma livraria na cidade
fico procurando livros que me dêem resposta de quem sou , mas
realmente as respostas não estão em livros , igrejas ou qualquer linha
filosófica ?
Escrito por JOCA às 14h37
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Precisamos ter a necessária coragem para sermos nos mesmos
sem temer as imposições do coletivo .
Nos homens nascemos para nos descobrir enquanto seres humanos , buscamos respostas em tudo e nada encontramos.
Quero caminhar para alem do horizonte , quero ir alem do infinito.
Qualquer dia deste terei a audácia suficiente e serei o Rei que andou
nu.
Somos livres e não sabemos.
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 14h36
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A primeira boneca
Joca Faria
Diante da boneca que estava a minha frente chorei , nunca havia ganhado
uma boneca.
Já tinha treze anos ,e ele me deu uma boneca.
Sempre fui uma menina triste .
Minha mãe morreu cedo , meu pai foi embora e nunca mais voltou ...
Meus irmãos não me deram nenhuma atenção , morávamos num barraco
na Favela do regaço.
Mas eu estudava muito , sempre estudei numa escola perto de casa , ai tivemos
que nos mudar para uma Vila bem distante do centro , sempre trabalhei de
domestica e ganhava os livros dos anos anteriores dos filhos de minhas patroas , aos 13 anos os filhos de uma de minhas patroas tentava me seduzir
mas eu resistia , mas numa certa tarde ele chegou com um presente para mim
era uma linda boneca.
Ele já sabia que seus pais haviam viajado ,e ele chegou e me deu o presente
e falou carinhosamente para eu deixar o serviço do dia ele tinha dezesseis anos e eu simpatizava com ele ,conversamos muito ,tomamos café e ele
pois um dvd para nos vermos e era um filme romântico assistimos quando
vimos já era noite e ele me convidou para dormir aquela noite em sua casa
pois chovia muito e acabei aceitando ,eu já tinha algumas roupas na casa
e tomei um banho me perfumei pois já sabia que seria minha primeira vez,
por seu carinho ele também tomou um banho .fomos assistir a novela
bem juntos logo me beijou e me apertou senti seu calor e seu corpo quente
e nos amamos.
Foi a ultima noite com ele ,pois logo mudaram e segui meu caminho sai
do barraco fui morar sozinha e estudei e agora estou entrando numa faculdade e por acaso nos reencontramos.
Agora ele um homem e eu uma mulher.
E acabamos de fazer amor...
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 10h34
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Tempestade
Joca Faria
O ultimo sol de inverno se faz presente
Caminhamos pela cidade em busca de aventuras .Tentando desvendar os segredos que os
Deuses deixarão ,caminhamos com uma grande fé .Somos aliados sendo partes
de um exercito brancaleonico ,Quixotes a ver gigantes em grandes edifícios.
Vendo as obras de Oscar Niemaier feitas em nossa cidade , caminhamos por um
grande jardim militar.
O ultimo sol de inverno se faz presente.
Deixamos este jardim e voltamos a cidade de concreto cheia de magia e encanto
entramos no templo da política onde tudo acontece e nada se faz.
Segredos discutidos a portas fechadas uma grande festa rola , com soldados
de todos os exércitos , corredores de portas fechadas tudo em silencio nos
corredores da democracia.
Tudo e festa neste palácio encantado ,tudo e belo .
E ao longe ouvem se gritos de advertência da periferia.
O o ultimo sol de inverno se põem,no banhado um grande
espetaculo de luz e a lua cheia se faz presente.
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 11h29
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Noite de Inverno
Joca Faria
O tempo e o senhor de nossa vida o outono chega ao fim e caminhamos com o tempo.
Na tarde de outono os ventos sopram uma nova frente fria , minha alma sombria se
extasia ante revelações ?
Não ser faz parte do ser , como será a não existência ? existe a não existência ?
Quem poderá nos contar ? ,sei QUE somos escravos do tempo .
O grande senhor .Liberdade e uma palavra que não conhecemos completamente . Seu
sentido mais amplo não consta nos dicionários.
Quero voar ser livre , quero me desdobrar e conhecer outras dimensões mas como farei para saltar este abismo ? perguntas só tenho perguntas a fazer ? nem um livro me deu resposta ,nem as religiões me
ensinam ? como saltarei ao abismo ? Estou a seis passos , falta me seis longos passos. caminho lentamente em direção ao abismo , voltarei aos infernos e estarei entre os Demônios mas quero ir além do abismo além
do inferno , quero chegar a Deusa estar diante de seu altar ,onde esta a Deusa será que ela esta dentro de
mim mesmo,talvez deva saltar para dentro de mim mesmo e me descobrir por inteiro quem sou eu quem sou
talvez um gênio engarrafado ? Como me descobrir por inteiro serei eu múltiplas personalidades ? serei
eu um grande coletivo de egos ? não tenho as respostas mas não as encontrarei fora de mim ? quem sou
de onde vim e para onde vou ? quem somos ? perguntas ,perguntas somente perguntas e nenhuma
resposta quem já foi não mais voltou ,quem sou quem somos ?
O tempo e o senhor de nossos caminhos , não há tempo, melhor que hoje para buscar respostas ao mistérios
vamos me de a mão e saltemos ao abismo .
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 10h39
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Etna
Joca Faria
Dentro do olho do furacão tudo e calmo ,nada acontece em nossas vidas dentro do furacão , hoje em meus sonhos
Da tarde caminhava e não encontrava ninguém tudo era escuro.
Numa outra parte conversa vai conversa vem ,veio à idéia de um documentário de minha geração que
Completara quarenta anos.
No infinito mundo de Morfeu tudo e fantasia e realidade , sábado na cidade dos aviões todos perdidos
No deserto urbano , não tenho medo de caminhar em busca de um oásis.
Etna um furacão e estou em seu olho com o Deus do vento ,nada acontece em nossas vidas normais,
Num mar de calmaria estamos no olho do furacão.
Tudo ao redor e destruído e não percebemos , quando acabar o furacão nos daremos conta dos estragos.
Mas hoje só vemos a calmaria .
Etna nossas vidas perdidas no olho do furacão , saio de seu olho e vejo o estrago que causou.
Estou nú e me vejo nú diante do altar da Deusa.
Etna a distancia nos leva para fora deste furacão todo o Kaos e necessário para a transformação.
Etna na velocidade do vento a mudança ainda seremos Deuses ?
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 11h13
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O trem esta de volta aos trilhos ?
Joca Faria
Na cidade das grandes indústrias tudo e cultura ?
Temos um potencial de cultura a se desenvolver em nossa cidade ,há anos ouço falar na possibilidade
Das grandes indústrias apoiarem o fazer cultural na terra de Cassiano Ricardo, mas na pratica se vê.
Poucas iniciativas , o que falta para isso acontecer talvez seja a pouca cultura do patrocínio no
Brasil ,mas tendo muitas multinacionais e uma grande indústria aeronáutica que nasceu em nossa
Cidade e grandes bancos que aqui estão e já investem em fundações próprias o que falta então,
Talvez uma direção atenta em nossa fundação cultural e prefeito , também nossa câmara pode atuar
De maneira decisiva para melhorar esta participação lembrando também o grande apoio que a
Fundhas tem tido nestes anos.
Mas precisamos de um projeto ousado na área de inclusão digital em nossa cidade ampliar os
Centros de internet para os bairros ,criar apoio a pesquisas escolares e dar suporte a artistas
Que queiram desenvolver projetos na área de informática.
Vimos neste Festivale à participação da Nova Dutra dando um apoio a FCCR ,mas a Fundação
Precisa retomar projetos como núcleo de cinema ,jornais como o Esfera e criar uma editora.
Além disso, já se tem ongs como o Bola de Meia e o Centro de Artes Cênicas Walmor Chagas.
Que são exemplos do inicio da maturidade do terceiro setor na área cultural.
Mas pode se avançar mais São José pode ser um pólo Cinematográfico e esta área esta sem nenhum
Apoio cultural tanto do poder publico como no terceiro setor.
Devem ser feitos novos vôos na área cinematográfica em nossa cidade lembrando que nos anos
Setenta ouve um grande projeto de televisão no Inpe e CTA .
Tivemos na cidade um Remo Cesaroni que fazia projeção de cinema nos bairros da cidade nos
Anos sessenta então o que estamos esperando temos idéias faltam o apoio.
Somos uma cidade de pioneirismo e grandes mentes.
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 11h03
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A musica popular brasileira
Joca Faria
Musica o que e musica emoção pura de nossa alma , trabalhando na digitação de meu primeiro livro de poesia intitulado provisoriamente de Retina e ouvindo um cd de musica dos anos setenta e oitenta
como Jane e Herondi ,Altemar Dutra ,Almir Rogério e seu fuscao preto, pérolas de nossa MPB
Gosto de verdade tanto destas musicas como de Caetano e Gil, lembrando que nosso Raul Seixas
nos anos setenta compôs muita musica popular para as gravadoras que trabalhava ,e assim nossa
popular MPB e uma grande democracia de ritmos e principalmente letras,agora entrou Rosana como
uma deusa a desfilar em meu quarto .
Queridos leitores se eu os tiver a riqueza esta em tudo desde uma opera a uma musica mais simples não
devemos torcer o nariz e sim ouvir ouvir as coisas que você me diz ,perto das lendas ,não me rotulem
de brega ou chato consigo ir ao concerto de musica clássica e um bao pagode de fundo de quintal
sei que Edu Planchez se ler este texto ficara horrorizado mas a vida e assim tem Chitaozinhos e Chororó
e a musica de Edu Planchez .Para quem não conhece Edu Planchez e como se fosse um irmão mais novo de Sr Gay
com uma pitada de Caetano e Mautner e uma maturidade de adolescente .Voltando a nossa MPB
tudo e bem vindo neste balaio cultural.
O que importa hoje e a radio digital e o acesso a toda diversidade musical de nosso planeta façamos
como a Ursa Maior fez nos anos noventa uma grande turnê mundial em sua própria cidade.
E um viva a todos Arautos Urbanos que anunciam uma nova vivencia cultural.
Somos uma grande diversidade e viva todos cantores populares de nossa diversidade chamada
de Brasil.
Que a democracia impere em nossas fm e que a TV cultura volte a produzir o programa Musikaos.
Um beijo a todos que chegarão ate o fim destas malfadadas linhas.
E uma boa musica seja qualquer gênero que goste de ouvir.
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 09h39
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Silencio por favor ?
Joca Faria
Tarde de uma terça feira ,tudo acontece Numa velocidade , barulhos Meu ouvindo explode em barulhos. Tudo e uma grande poluição sonora. O universo explode em sons sem nenhuma Cor. Quero o silencio o maior silencio possível Dias destes ouvi de um amigo que em outros Planetas não se constroem civilizações urbanas Tudo e rural. Talvez estejam certos somos uma grande duvida Enquanto civilização ? Quero o som o mais puro som de um harpista solitário Em meio às montanhas. Quero ser Zaratustra e subir a montanha e nunca Mais voltar ,quero subir a Mantiqueira e ficar Por lá. Não suporto mais tanto barulho ,maquinas Ligadas,carros , celulares e sons em alto Quero o silencio o maior silencio. Quero ouvir os pássaros,ouvir as águas Caindo em uma cachoeira. Silencio por favor ?
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 09h21
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Quando entrar Setembro
Joca Faria
Quando os caminhos não forem encontrados E o Sol de Inverno não aparecer ,quero sonhar com Setembro e a primavera. Cruzar os campos em trilhas e rumos incertos Ver as flores brotarem e as chuvas caírem na primavera. Quero ver a menina alegre de saia a dançar , quero sentir a primavera no ar. Ver as montanhas azuis e o Sol se por. Quando entar Setembro há de vir o Sol de Primavera quero ouvir bem alto Beto Guedes e cantar a canção de Vanusa. Nas manhas de setembro quero sentir a liberdade de um vento em meu rosto caminhar caminhar em paz. Banhar me nas cachoeiras da Mantiqueira e nas aguas do Atlântico. Quero sentir a liberdade em uma praia de na turismo Sentir o mar e finalmente descobrir o amor. Quando entrar Setembro , as manhas de Setembro... Quando entrar Setembro quero viver cada dia como se fosse o ultimo. Quando entrar Setembro quero descobrir o amor.
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 16h41
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Poesia Digital é discutida no
projeto Pão com Palavra
A Fundação Cultural Cassiano Ricardo promove no sábado, dia 17, às 9 horas, mais um encontro do projeto Pão com Palavra, no auditório da Biblioteca Pública Cassiano Ricardo. A entrada é franca.
Neste mês, os poetas Joca Faria e Marcelo Planchêz apresentam o tema Poesia Digital, sobre a relação entre a poesia e os meios digitais, como a Internet, que tornou-se uma forma de difusão de trabalhos de novos autores, através de sites, blogs e comunidades virtuais. Outras tendências serão abordadas na palestra, como as linguagens poéticas que utilizam meios eletrônicos e a interação possível entre escritores.
O projeto Pão com Palavra é realizado há quatro anos, nos terceiros sábados de cada mês, e visa promover o encontro de escritores, artistas e público em geral.
Outras informações podem ser obtidas pelo telefone: (12) 3923 2275.
Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo
(12) 3924 7304/7307
Escrito por JOCA às 16h16
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Domingo
Joca Faria
Mais uma tarde de Domingo e tenho Que cumprir meu objetivo de pelo Menos um texto ao dia superar a preguiça E a falta de criatividade , num dia que Não li nenhuma linha e difícil. Mas o difícil não e o impossível sigo Em frente sem nenhum medo,nada Acontece em nossas medíocres vidas Normais além de envelhecermos a Cada dia. Estou nú a criar este texto sem ao menos Saber se alguém ira lê-lo , que grande Besteira para se achar útil ao mundo. Qual a finalidade desta vida mediócre Que levamos não somos diferentes De ninguém e sim iguais nos medos E desejos. Quisera sair deste computador e superar Minha dor encontrando uma bela mulher Mas sei que encontrarei só a mesma Sufocante solidão. E nossos delírios de poder ,não Não da mais para suportar queria Pegar uma estrada,mas sei que as Estradas sempre me trazem de volta A esta rotina. Procurei e procuro a verdade em livros Mas sei que não esta nos livros. Será que a verdade esta no sexo? Diz mestre Samael Aun Weor que a verdade E a eliminação de nossos egos. Que cada hora somos um e acabamos não Sendo ninguém. Que merda e um amigo me ligou Perguntando de meus remédios Será que eu seria eu sem eles ? To saindo hoje e Domingo e agora Quero ver pessoas para trocarmos Nossas dores. Hoje e Domingo e devo achar minha Cara metade.
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 19h16
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Joca Faria depois que escreve seus
textos.
Escrito por JOCA às 15h35
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Caminho Suave
Joca Faria
Não não tenha medo do futuro nem deste
Presente , caminhe sem nenhum medo.
Não há distancia que você não possa percorrer ,
Viva na velocidade de seu tempo deste
Momento insano.
Para onde foram os heróis , de nossa geração
Será que sempre iremos ser covardes e não mudaremos
Esta historia.
Não há nenhum caminho suave todos os caminhos
Levam as lágrimas e ao horror de grandes batalhas.
Lutemos atentos ate o fim ,pois não há fim nem
Começo e nenhuma historia de perdedores será
Contada.
Corramos os riscos e façamos nossa parte ,
Há um mundo veloz a nossa volta e há horas
Que devemos o esquecer.
E seguir com nossa própria velocidade.
Não não tenha medo de ser você mesma
Seja você quem for ,vá enfrente siga o
Caminho e que caminho ,um dia todos nos
Seremos perdedores a morte nos vencera.
Mas morreremos felizes pois seguimos a nos
Mesmos e não aos Deuses de fora.
Nos somos nosso próprio Deus.
Esqueça a possibilidade de um caminho suave,
Não há caminhos brandos há grandes montanhas,
Rios e lagos e trilhas esburacadas para vencermos
Vá em frente e será uma vencedora ,mesmo
Que aos olhos do mundo sejas mais uma
Derrotada, vá siga seu caminho.
E faca o seu possível que será quase
Nada.
Não não tema não tenha medo não.
Não há caminho suave.
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 11h15
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Bruxal
Joca Faria
Quero uma festa uma grande festa
Destas que acontecem na floresta
Quero um BRUXAL todas nuas.
Dançando e cantando uma musica
Maravilhosa vinda das estrelas.
Quero o doce sabor da Dama
ao luar.
Quero revela em realidade não
mais em sonhos.
Dançando a musica das esferas
celestes.
Não há tempo o momento e
este só há este caminho.
Quero uma festa uma grande festa
Quero um grande Bruxal.
Todas nuas ,vaginas gigantes
Devorando me por inteiro.
Quero dançar a noite toda
neste grande Bruxal
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 10h47
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VERDES
Joca Faria
O
SOL
NA MANHA
QUE SE PERDEU
ERA NA PRAIA
ERA EM SETEMBRO
ERA EM VERDES MARES
EM ARES
PITORESCOS
ERA
EU
E TU
SOLIDÃO
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 10h44
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Não fumo, não bebo, não rezo, estou vivo

Joca Faria
Quando tudo desaba sobre a nossa cabeça a vontade de vencer não deve ser maior do que a ética. Não podemos passar como tratores por cima de ninguém para atingir o nosso objetivo. Basta da intolerância de mercado, da competição desenfreada, da guerra dos egos. Eu quero a paz da criança dormindo. A unidade, a irmandade que o maluco buscou. Ainda que a fumaça nos afirme, não somos deuses, arrastamo-nos a seguir o Tempo, Senhor dos Caminhos.
Espinhos surgirão e nos dilacerarão. E força teremos para juntar os farrapos e seguir em frente para nos jogar na tenda da sabedoria ainda que a cobra mãe lá se encontre, e teime em nos mostrar as presas. Ora presas! Quem tem medo delas após ter se deitado com Lili, a rainha do Bruxal.
Linda e doce Lili que ninguém mais a quer desde que ficou conhecida como a rainha da “go-go”
Pois é queridos irmãos... Pior do que a maconha somente a reza maldita aos deuses imaginários nos mil templos edificados a recolher diuturnamente o dízimo maligno que sustenta a luxúria, os automóveis novos, as mansões com piscina, as belas mulheres da noite escravas do photo-shop.
Nãoooooooooooooooooooo. No Forró do J. Christo eu não vou. Eu me nego, não me entrego ao falso fantástico mundo onde o branco virou púrpura na boca da menina pobre apenas objeto de desejo do sacerdote maldito de sacola na mão. Nãoooooooooooooooooooo, Mil vezes nãooooooooooooooo!
Se é para seguir juntos quero boas companhias, atravessar o sinal vermelho, mudar os partidos políticos, as seitas, as religiões e mergulhar no mel da mulher amada, tarada, obcecada. Antes assim!
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 10h32
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Vencer
Joca Faria
Tudo desaba em nossa cabeça à vontade de vencer não Pode ser maior que a ética,não devemos passar como tratores em cima de nosso próximo para chegarmos ao Nosso objetivo. Chega desta intolerância de mercado ,desta competição Desenfreada desta guerra de egos,de fazer de nosso próximo nosso inimigo. Precisamos de paz e de união não sairemos e não seremos Gente enquanto nos destruirmos. Vamos buscar uma unidade e criar uma irmandade a irmandade agora e toda a humanidade assim diz o filosofo. Assim devemos seguir um caminho não somos deuses somos Humanos e como humanos estamos aprendendo o tempo Todo sigamos juntos num caminho de solidariedade. De fraternidade sejamos uma nova irmandade , novos Amigos ,não devemos avançar o sinal vermelho , devemos dar carona ao próximo , usar transporte coletivo. Podemos mudar os partidos políticos , as igrejas e Nossas medíocres vidas ,deixemos de ser infelizes Podemos encontrar a felicidade num simples bate papo Com nosso vizinho ,chega de ódio e rancor. Chega de conflitos sem nenhuma necessidade vamos Buscar o amor em meio a esta grande dor. Sejamos nos mesmos e não o que querem que sejamos. Sejamos a diferença ao menos para nos mesmos.
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 10h32
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Quem somos nos ?
Joca Faria
Onde estamos e porque estamos aqui ? Não sei ,mas vejo Tudo num caos.Como um velho cão que caminha antes de Morrer ,morremos e renascemos a cada minuto. Quero gritar soltar os cachorros, mas fico em um silencio perplexo diante do nada , nada fazemos para Mudar ,quem somos nos ? Nesta inefável solidão ,procuramos fora o que talvez esteja dentro. Sou um homem que pesa oitenta quilos fiquei horrorizado diante da balança ? Um dia já tive infância não quero me repetir não mais falar de mim, Mas falando de mim quem sabe falo de você ? Quem somos nos ? Meio humano , meio animal somos só a solidão Canso-me de dormir só,sem uma companheira. Ontem o filosofo Solfidone me ligou para esbravejar Que quer ficar as moscas em sua mesa de bar , não e Para ninguém pertubalo ele quer ficar só ,mas ficou Uma hora em meus ouvidos repetindo a mesma ladainha De sempre ,que não somos nadas e sim um bando de Fracassa dos mentira dele estamos tentando viver mesmo Que eu já saiba que nunca chegamos a nenhum lugar Mas nos seres humanos temos que chegar a algum lugar ? Não um de nos esta lá no Rio de Janeiro tomando suco De maracujá e vendo seus cds de poesia e nos estamos Aqui em mais um Festivale lembro me no começo em Que gostava de inventar coisas para aparecer , tem Outro bem gordinho que me ligou ontem para preparar Um evento pela paz em 11 de Setembro , sempre Estamos a fazer eventos o pessoal não viu ainda que Temos que ser um coletivo e fazer produtos. O que importa e deixar uma pegada um resquício de Civilização como o poeta com uma caveira de cão Bem ao estilo dele ,depois o chamamos de cão e Ele acha ruim ,estou perdido em meu mundo queria E saber e me perder no mundo de Bethy por ONDE anda Ela não sei não há vejo a dias . Seis passos e nada aconteceu que tal saltarmos Nús da pedra do baú,não sei nada .Nada sei estou perdido Em minhas divagações. Quem somos nos ?
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 12h11
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O destino da chuva
Joca Faria
Não ter a onde ir e fácil somos caminhantes de uma
Estrada sem volta.A chuva tem algum destino ? E nos
Homens mortais também temos um caminho a seguir ? Ouço
Ao longe o trovão na tarde sonolenta , lento caminho
Por onde passamos , não vi nenhum disco voador ,não
Fiz sexo neste fim de semana.Ouço trovões na tarde cinza poderia a tarde ser só luz ?
Sinto o cheiro da chuva ouço seu som , gotas de chuva
Pingam em meu cérebro ,ardo em chamas ,meus olhos
Faiscantes ...OUÇO vozes me chamando para a guerra tenho medo tenho medo...
Vejo pássaros verdes , vejo elefantes azuis em minha
Volta .Estou preso ao cinco sentidos quero me libertar tenho toda a liberdade.
Ouço a chuva próxima sinto me desprovido de emoções.
Vejo me numa nuvem ,vejo me gota a precipitar do céu sou a própria chuva ,faço parte dos raios não sou nada na escuridão diante da estante...
Recolho me em mim mesmo tenho medo ,tenho medo sou
A chuva no inverno em pleno setembro .Sou a chuva no
Inverno em pleno setembro...
Caio devagar bem devagar na longa tarde de segunda feira não tenho sentido tenho os cinco sentidos caminho além da chuva em busca da tão sonhada liberdade sou um ator em cena.
Sou a cena do ator.
Sou chuva a cair nos campos.
Sou solidão.Sou o destino da chuva...
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 15h27
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Um grande Brasil
Joca Faria
Faz se necessário a nos cidadãos brasileiros arregaçarmos as mangas
De nossas camisas e com nossas próprias mãos começarmos a
Construir uma nação onde todos nos tenhamos casa para morar,
Educação e emprego de qualidade.
Chega de delegarmos aos outros o e que nossa missão enquanto
Seres humanos, não importa as diferenças de crenças nem as.
Cores partidárias importa sim a fé em um novo pais ,sejamos
Justus para buscarmos justiça.
Cabe a nos lutarmos contra o poder que elege lideres que de lideres
Não tem nada devemos buscar os homens corretos ,devemos
Nos mesmos virarmos os homens corretos , sei que temos
Abinçoes pessoais, mas esquecemo-las estamos quase.
A beira de uma guerra civil ,grandes cidades como
Rio de Janeiro e São Paulo enfrentam toques de recolher
Mandados pela bandidagem e cadê os bons homens para
Lutar contra estas barbaridades sejamos corajosos o
Suficiente para lutarmos pelas nossas famílias ,nossos
Amigos para vencermos este medo e sairmos de condomínios
Fechados.
E agora a hora da mudança vamos vencer ,vamos superar
Esta crise política tão necessária para passarmos esta
Nossa nação a limpo.
Tenhamos vergonha na cara e devemos sair as ruas
Para pedir ética e respeito como o exemplo do
Deputado Fernando Gabeira ao enfrentar o
Presidente da câmara.
Homens e mulheres fortes levantense e vamos
Em frente construir uma nação realmente
Democrática e livre.
Liberdade antes tarde do que nunca.
João Carlos Faria
Partido Verde de São Jose Dos Campos..
Escrito por JOCA às 19h11
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O céu de Setembro
Joka Faria
Tarde de outono o inverno chega a sua fase final
Começa a pintar a Primavera quero andar pelas
Estradas da Serra da Mantiqueira ,pois estas estradas
Durante a Primavera ficam lindas como garotas
A desabrochar.
Acabei de ler a biografia de Henry Miller parece que
Ao terminar um livro deste e como se perdêssemos
Ao alguém muito importantate.
Pena que ele não ficou com June ,pois se amavam como
Ninguém amou,não sou um cara certo para falar de amor
Pois ainda não aprendi a amar.
Mas quem sabe ainda descubro o que e o amor ate lá
Devo ficar em minha solidão masturbatoria desperdiçando
Meu mel.
Sem nenhum segredo de liquidificador e hoje estou citando
Grandes poetas eu um estúpido e idiota como disse uma
Amiga um poeta qualquer desta porra de internet.
Mas a solidão nos mata ,nos enforca e nos destroe ,uma
Cama vazia e sempre uma cama vazia , sem cheiro
Sem sexo e sem nenhum sexo.
Estou cansado de tocar meu sexo em madrugadas vazias
Não conquistar ninguém afinal não sou tão feio assim
Tem uns amigos ,mas feios que eu ,chega preciso sair
Deste teclado e seduzir alguma fêmea em pleno cio,
As mulheres também tem cio ?
Alguém, por favor, me responda esta pergunta será.
Que escrevo para cães lerem ,bom tudo nunca
Acontece se não corrermos atrás estou indo mesmo
Sem ir ,o importante e que vivemos um novo setembro
E as dividas começam a ser cobradas.
Um beijo a todos seres humanos que leram ate aqui,
Como diz o macaco Simão vou me embora e não sei
Quando volto ,será que volto ?
João Carlos Faria
Escrito por JOCA às 14h48
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